Junta de Freguesia de Criação Velha

História

Elevada a freguesia em novembro de 1799, a Criação Velha ocupa uma área aproximada de 16,39 quilómetros quadrados, confrontando a norte com a Madalena e a sul com a da Candelária.

Apesar da Criação Velha ter sido instituída, oficialmente, apenas no século XVIII, certo é que esta remota povoação já existia há mais de duzentos anos, como o próprio topónimo aponta. Supõe-se que a explicação da sua designação tenha origem na "criação" que seria de gados, por naquela zona existirem pastagens ou "terras de mato" conhecidas, no passado, por "criações", "velha" pela sua antiguidade pressupondo uma longa existência.

A excelência das suas terras fez com que parte considerável da população se dedicasse a atividades como a pecuária, a agricultura e a vitivinicultura. Embora, tal como nas restantes freguesias do concelho surja também o desenvolvimento de atividades nos sectores do comércio e serviços.

Esta freguesia apresenta uma grande dinâmica que se desenrola, principalmente, no polivalente da Casa do Povo, apoiando o desenvolvimento de atividades culturais, desportivas e de lazer, destacando a criação do grupo folclórico, em 1992.

Possuindo das mais belas paisagens do mundo, é orgulho desta freguesia a moldura basáltica, que enquadra os vinhedos da ilha do Pico, paisagem protegida classificada como património mundial da UNESCO.

A Gruta das Torres, com cerca de 5 Km é também considerada uma grande atração turística.

Do património histórico, religioso e cultural destaca-se a igreja matriz construída no século XVIII, tendo como padroeira Nossa Senhora das Dores, a ermida de Nossa Senhora do Rosário, o Império do Espírito Santo e o Moinho do Frade, integrado na zona dos vinhedos do Verdelho.


A Criação Velha, elevada a freguesia em 20 de Novembro de 1799, ocupa uma área aproximada de 16,39 quilómetros quadrados, confrontando a norte com a freguesia da Madalena e a sul com a freguesia da Candelária.

Apesar da Criação Velha ter sido instituída, oficialmente, apenas no século XVIII, certo é que esta remota povoação já existia há mais de duzentos anos, como o próprio topónimo aponta . Supõe-se que a explicação da sua designação tenha origem na "criação" que seria de gados, por naquela zona existirem pastagens ou "terras de mato" conhecidas, no passado, por "criações" , "velha" pela sua antiguidade pressupondo uma longa existência.

A excelência das suas terras fez com que parte considerável da sua população se ocupe em actividades como a pecuária, a agricultura e a vitivinicultura, embora, tal como nas restantes freguesias do concelho surja também o desenvolvimento de actividades nos sectores do comércio e serviços.

Esta freguesia apresenta uma grande dinâmica que se desenrola, principalmente, no polivalente da Casa do Povo que tem ao dispor de toda a colectividade infra-estruturas capazes de apoiar o desenvolvimento de actividades culturais, desportivas e de lazer, destacando a criação do grupo folclórico em 1992 e, também, todo o apoio dado quer no domínio da acção social, quer no âmbito de festividades que decorrem nesta freguesia, bem como outros serviços prestados à comunidade local.

Possuindo das mais belas paisagens do mundo é orgulho desta freguesia a moldura basáltica que enquadra os vinhedos da ilha do Pico, paisagem protegida classificada como património mundial da UNESCO. As grutas das torres, com cerca de 5 Km pretende-se sejam consideradas no futuro próximo grande atracção turística. Do património histórico, religioso e cultural destaca-se a igreja matriz construída no século XVIII tendo como padroeira Nossa Senhora das Dores; a ermida de Nossa Senhora do Rosário, na estrada da Areia Larga; o Império do Espírito Santo e o moinho integrado na zona dos vinhedos do Verdelho.

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